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Enfim o poder nas mãos!
Cadastrado em: 1/2/2013

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Depois de alguns meses de campanha eleitoral, quando promessas foram feitas e recursos financeiros foram utilizados, os eleitos no pleito  realizado em 07 de outubro de 2012  alcançaram aquilo que tanto almejavam: o poder. Sim, o poder! Algo que ninguém sabe ao certo o que verdadeiramente significa não sua pura essência. Porém, sabe-se que ostentá-lo é algo que a maioria dos seres humanos desejam. No dia-a-dia de cada cidadão ou cidadã, o poder se faz presente na maioria das atitudes ou ações que praticamos. A força do poder começa no lar. É o marido que, como chefe de família, manda e desmanda a mulher e filhos. Ou outras vezes, a mulher, se coloca nessa condição. É o namorado que tem poder sobre a namorada. Os mestres nas escolas que necessitam do poder para colocar em prática a ordem e a disciplina. É o político que, imbuído de intermináveis poderes no Legislativo redigem as leis. Enquanto o chefe do Executivo, usando das atribuições que a lei confere e como gerente do patrimônio público faz valer a sua autoridade perante seus servidores e até mesmo perante a comunidade. E, por aí vamos muito longe para descrever o que realmente é o poder. Dizem que mais vale o poder nas mãos que ações de grandes multinacionais. Será? Para quem sabe dominar a volúpia do poder, principalmente o político que tem um pouco de coerência e sensatez nas suas atividades, ainda é tolerável. Entretanto, aquele que faz do poder nas mãos, um meio para se destacar perante a sociedade como um todo, esse está fadado para ter uma carreira curta sem nenhum sucesso junto a população. É notório que, todo aquele cidadão, no exercício de uma função, que usa em demasia o poder para ser respeitado, ao final de um breve tempo acaba sendo desprezado  e odiado pelos seus próprios subordinados. Por isso,faz-se necessário que o poder seja dosado, como se fosse um remédio para curar uma enfermidade, e não, utilizado como se fosse uma bebida para mudar o caráter, a personalidade de quem está com o privilégio de ter o poder nas mãos.

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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