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A agonia da saúde pública
Cadastrado em: 1/2/2013

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Esse é o segmento que está um caos aqui em Lages, na região serrana, em todo o Estado de Santa Catarina, assim como, em todos os quadrantes do País. Há algum tempo, o sistema da saúde pública encontra-se na UTI, em pleno processo de agonia. De esperança das gerações se transformou em estorvo e desespero.
A saúde, em todos os estados da Federação está um caos. Não há um dia em que não vejamos no mundo cão da tevê, pacientes em fase terminal, em macas, nos corredores de hospitais, totalmente sucateados, seres humanos jogados como animais nas emergências, sem as mínimas condições de atendimento, por falta de leitos, ambulatórios, enfermeiros(as); enfim, mais parece uma praça de guerra, nem os canibais da África em conflitos de extermínio apresentam quadros tão desoladores que desafiam nossa indignação. Pacientes com enfermidades graves, crônicas ou degenerativas, os fileiros do corredor da morte atrás de transplantes, gente com consultas marcadas para exames com um mínimo de seis meses, perambulam pelas unidades de saúde. Médicos e paramédicos, toda a massa de servidores do setor da saúde, vivem às turras com a União, Estados e municípios. Clamam por salários dignos, planos de carreira, instalações, equipamentos, ambulâncias, macas e medicamentos.
Não é de hoje. Chegamos ao cúmulo de tomar conhecimento, pelo mundo cão, que nas emergências têm que decidir quem atender. Em muitos casos, os mais velhos são descartados para que os mais novos vivam. É tétrico, cruel, mas verdadeiro.
O menosprezo e a degradação pela vida humana, o desrespeito aos direitos humanos viraram rotina na saúde pública. Já não há aquém recorrer. É o fim dos tempos, ou o ser humano está se transformando? Responda leitor!

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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