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A saúde pública sem solução
Cadastrado em: 27/3/2013

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Em campanha eleitoral, muitos candidatos com a vontade incontida de conseguir uma vitória nas urnas, muito mentiram aos eleitores. Como a daquele candidato que, no Programa Político de Televisão, disse descaradamente que, em 30 dias acabaria com as filas nos postos de saúde.
Teve eleitor que acreditou e até votou nele. Hoje, chegando aos 90 dias de administração municipal, o novo prefeito não conseguiu inovar em nada na questão do atendimento à saúde pública da população, como também não se pronunciou a respeito da sua irresponsável promessa que jamais irá cumprir, pois só ele que não via na época e não vê até hoje que a questão da saúde pública do Brasil é bem mais complexa do que se parece.
Não será com um toque de mágica que todos os  problemas que ocorrem nesse segmento irão desaparecer. Faltam muitas coisas para que a saúde pública melhore. Faltam, por exemplo, médicos honestos e dispostos a trabalhar. Infelizmente, a maioria deles, querem ser os profissionais mais bem pagos do país. E, para que isso aconteça, alguns fazem até o que não devem fazer.
Não generalizando, é claro. Os abnegados existem, trabalham até demais. Entretanto, os preguiçosos, mal educados, despreparados também existem. Não apenas os médicos, também há enfermeiras que são umas portas brutas, pois suas estupidezas e má vontade no atendimento ao paciente é coisa  do outro mundo. E, depois querem respeito e estampam visivelmente que ofender o servidor é crime. O maior crime é permanecer calado diante da grosseria de algumas delas. Alguém tem que tomar providência. A moralização da saúde pública começa pela moralização do serviço que prestam à comunidade. Enquanto ao termino da fila prometida pelo prefeito, nada há o que fazer, senão o de ouvir as mesmas lamentações pelos corredores de postos de saúde e hospitais.

Fonte: Jornal O Palanque

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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