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O mito da Beleza
Cadastrado em: 12/2/2009

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Na mitologia, Afrodite nasce do mar. Deusa da beleza, expressão da natureza e do amor. Imortal matrimônio do eterno e do efêmero: eterno na idéia de beleza e perfeição, efêmero nos sentimentos de amor, com frutos freqüentemente fugazes, ligados ao inconstante sentir da alma humana. Vênus, no Olímpio Romano, exerce a mesma função. Os Deuses e os homens disputam-na. Sua graça suscita guerras e grandes paixões. Boticelli representa-a saindo da água apoiada sobre uma concha Shell. Imagem clássica de emoções e perfeições dos valores universais do belo. Ninguém resiste à beleza e ao amor que ela suscita. Até Marte, Deus da força guerreira é vencido pela graça de Vênus. O pastorzinho Paris é causa de longa e sanguinária guerra quando atribui maior beleza a Vênus, que as outras deusas. ainda da mitologia que vêm as ninfas nereidas, as divindades do mar, dos bosques, dos lagos; uma natureza toda que se encarna em um trunfo de beleza que exalta a alma e os sentidos. A corporeidade se sublima na beleza, o animal homem se sublima da harmonia das formas que exaltam o belo. O desejo veemente da beleza, da perfeição das formas, sempre imperou na vida do homem. Desejo de conquista da dimensão temporal, do transcorrer e transformar-se das coisas. O incessante e angustiante desejo de parar o tempo. Não tanto para alcançar a imortalidade mas sim a desesperada busca da eterna juventude. Aurora pede a Zeus a imortalidade para Titã mas a alegria de obtê-la o faz esquecer de pedir também a eterna juventude. Titã envelhece, pronteando a juventude com os seus lamentos de cigarra, como a velhice em grego que sempre lamenta a perdida beleza. Mas o que é beleza? O mundo todo foi desafiado por esta pergunta e cada dia se aventura, há séculos, na busca de uma resposta escondida nas sinuosidades de mil pregas, das mil tonalidades diversas de cada resposta. Não somente poetas, filósofos, artistas. Mas a cada dia, a cada momento o homem comum, a humanidade como um todo, encaminha-se em percursos buscando o belo, perdendo-se em mil caminhos. Em um desejo veemente de uma definição impossível e chegando, por vezes, a perceber a sublime grandeza somente através de seus antagonistas: a falência da idéia de beleza e as atrocidades do sofrimento. Por que a beleza e harmonia das formas corpóreas, é paz a nossa volta, é serenidade de espírito e conseqüência interior. Pode ser o tudo e o nada. O universal e o momento imanente sem passado e sem futuro. A beleza é ambígua É na ambigüidade que foge a toda a definição, está o fascínio da beleza.

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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