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Ética: antiga, frequente e necessária
Cadastrado em: 8/3/2014

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Atualmente se fala muito em ética. Seminários, palestras, debates, jornadas etc., dedicam-se ao estudo do tema. Mas de ética a humanidade já fala há muito tempo, e ainda precisa continuar falando. Temos Códigos de Ética, no mínimo um para cada profissão de nível superior ou para o exercício de cargo ou função pública. E não basta! Inegável prova de que a simples norma escrita não tem o poder de transformar a sociedade. As leis podem, momentaneamente, mudar o exterior, mas não podem mudar o coração; por isso, elas não têm senão uma duração temporária. Porém, é um caminho e não se pode negar o seu valor. Entretanto, é preciso mais. Nessas jornadas é comum se ouvirem palestras ininteligíveis, em que não se sabe por qual razão um orador julga precisar usar termos altamente técnicos e fazer raciocínios mil, dar exemplos divorciados da vivência das pessoas para abordar o tema, quando, seria de bom alvitre, usar mais simplicidade em se tratamento do assunto, mais facilmente será entendido e assimilado. Talvez exista uma confusão entre o simples e o simplório. Se buscarmos na origem da discussão o significado, veremos que a proposta é simples como tudo na prática. Para justificar a não adequação da conduta é que tratamos de complicar e mistificar. O debate já vem da antiguidade e os gregos definiram ética como a doutrina dos costumes, aliás, ética significa costume. Um ser ético buscará se conhecer, questionar seus hábitos, desenvolver seus conceitos, libertar-se de ideias preconceituosas, porque sabe que o bom e o mau não são condições naturais do homem, mas aquisições, algumas permanentes, outras temporárias. Se vivemos numa sociedade que nos relaciona obrigatoriamente a milhares de seres, saber nosso limite de ação é uma questão prioritária.

Fonte: Jornal O Palanque

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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