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Mudança de atitude
Cadastrado em: 1/6/2014

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Enquanto nos deparamos com uma onda global de solidão que invade o planeta, independendo do status  político ou social do país ou de seus cidadãos, algumas reflexões nos alcançam. Retornando na linha temporal da história da civilização, vamos encontrar nos primórdios dos agrupamentos humanos um ensaio de convivência. Naquela época a ética era vivida então, era, por assim dizer, tribal e primitiva; andar em círculos para não se perder, buscar água, não se apartar para assim despistar os predadores, defender suas crias...esses os preceitos da sobrevivência.  A individualidade, naqueles tempos, seria um luxo desnecessário. Com o correr dos séculos, atingimos os tempos em que uma mulher era percebida e reverenciada como a grande mãe, responsável pela fecundidade não só de seus filhos. Mas, com a evolução, e com o acúmulo da riqueza decorrente de hábitos que teriam dado certo, surgem as guerras, a defesa territorial  e a figura mística do guerreiro. A força física torna-se mais importante que todas as demais e as mulheres passam a estar confinadas enquanto os homens ganham o mundo.  Um salto na história e aportamos nos anos 50. As mesmas mulheres, já endo obtido o direito à alma, ao estudo e ao voto, voltam à praça pública exigindo os direitos ao planejamento da família, através da pílula anticoncepcional  e mais que isso, de sua vida sexual, até então proibida. Assim é que o sonho pretendido a sós, tornou-se o pesadelo do só. Não uma solidão consentida, com sentido de vida, necessária ao auto conhecimento, mas a solidão antiética, em que negamos até mesmo a ética tribal, quando a defesa seria estarmos juntos. Hoje a defesa se faz num contra valor: devemos ficar separados, o homem é perigoso, não nos aproximemos!? Indagação que deve ser respondida também pelo coração. Ainda mais: como vamos nos amar sem sermos íntimos, como vamos ser íntimos sem nos amarmos, uma chance de conhecer o outro, como vamos exercer a nossa individualidade humana, se nos afastamos da humanidade? Ética, moral e o desejo de contribuir para um mundo mais feliz devem nos nortear.

Fonte: Jornal O Palanque

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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