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Leis e os favores da lei
Cadastrado em: 5/7/2009

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Desde o início da humanidade como sociedade, o que manteve o homem distinto das demais criaturas foi a capacidade de trabalhar e viver em cooperação de grupo. Resumindo, chegamos até aqui somente porque aprendemos a conviver com o nosso vizinho mais próximo a fim de sobreviver às situações adversas.
Com o decorrer dos tempos essa convivência sempre foi se tornando cada vez mais difícil, sendo necessário a criação de regras básicas de relacionamentos sociais, das quais hoje as chamamos de leis.
Afinal, o que difere, principalmente, o homem dos animais mais embrutecidos são: o raciocínio, a relação social, e os limites auto impostos pela própria espécie (durante essas relações sociais em comunidade). Como espécie única do planeta não podemos ter a tão “liberdade total”, pois imagine no “tudo pode, como sociedade, com certeza, entraríamos em colapso.
As leis nos dão esse limite de existência sadia e próspera e, para isso, devemos nos colocar como espécie e raça única, pois somos únicos, uma unidade. Assim, qualquer lei não pode beneficiar um grupo, uma etnia, uma cor, um clero, qualquer razão social.
A lei deve ver o homem como igual em sua relação diária com outros homens. Quando as leis seguem em “favores das leis”, ou seja, as exceções – todo mundo, menos eu – a lei deixa de ser lei, passa a ser inútil, entramos numa anarquia, no caos.
Portanto, para que possamos ter direito a verdadeira lei devemos primeiro obedecer e segui-la em sua essência. Para se ter a cidadania devemos dar exemplo de cidadão, antes de exigir os nossos direitos. Quem cumpre a lei como prevista, sem interpretação holística ou ilusória, nada teme e só tem a ganhar como parceiros e cidadãos da comunidade em que convive.
Nossa meta, como policiais, é a de garantir a essência da lei equilibrada a todos em plenos deveres, bem como direitos por ela exercidos. Então, nesta localidade de Alfredo Wagner esclarecemos que, mediante as solicitações, à medida do possível, estaremos atentos ao cumprimento tal e qual da lei, sem exceções, mas de maneira plena a todo cidadão dessa comunidade, ao qual garantimos servir com orgulho e esperamos em recíproca o apoio em nosso trabalho e compreensão dessa comunidade que anseia tanto pela justiça racional e equilibrada em nossa cidade. Não há honra maior do que servir, portanto, não pergunte “o que a cidade pode fazer por mim”, antes de perguntar a si mesmo cidadão: “o que posso oferecer e fazer pela minha comunidade”.
João Paulo Alves de Oliveira – 1º Sgto PM Cmt GP Alfredo Wagner.

Fonte: Susi Payão - Assessora de Imprensa

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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