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Estética, Genética, Ambiente
Cadastrado em: 30/7/2009

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Quantos literatos, filósofos e artistas têm procurado penetrar neste mundo de névoa, embora tão concreto à percepção, ao intuito, à inovação, para chegar a conceituar a beleza? Entender o que diferencia a construção da beleza através das técnicas mais apropriadas, a partir da emoção do sublime que nela se esconde? Platão e os gregos distinguiam o belo da natureza, presença visível da idéia, independente do homem da arte enquanto imitação e fruto da atividade produtiva, objeto da ciência poética do fazer Aristótoles atribuía a esta imitação da natureza uma função purificadora. A busca de harmonia nas proporções levou a busca de “Cânones” que pudessem codificar a beleza e a sua expressão, segundo regras da linguagem matemática. A possibilidade de encontrar fórmulas universais dentro da expressão artística faxinam os homens com a mesma intensidade. De Pitágoras a Polícleto, ao renascimento Italiano, há uma busca nos números dos segredos das proporções: o número áureo de Pitágoras, a bela proporção de Platão, o “Cânone” de Policleto, Piero della Francesca, Paolo Uccello, Leonardo e Michelângelo, buscam uma definição das relações e proporções da perfeição. Assim como Lombroso buscava nos traços fisionômicos do rosto os sinais da predeterminação delinquencial. É possível que estruturas anatômicas sejam sinais externos da violência interior? A genética veio depois sustentar o conceito segundo o qual também biologicamente se poderia determinar o resultado, entretanto Darwin já havia explicado que as influências ambientais não podiam ser submetidas o genótipo, submetida à influências ambientais, criam uma série de fenótipos segundo as condições geográficas, étnicas, culturais. No setecentos, a identificação do belo e da arte é o resultado da estética romântica com Baum Garten entra-se no moderno conceito de estética do belo e da arte. O belo é percebido por uma função irracional que contrasta as estéticas intelectuais e as tentativas de construir a priori, racionalmente, os Cânones da beleza. Com Gianbattista, Kant, Hegel, a arte se forma produto da fantasia e entra na esfera do sentimento. Para SHELLING é verdadeiramente uma continuação da atividade critiva divina. CROCE retorna  a absoluta originalidade da arte como intuição. Define os parâmetros que influenciarão a cultura moderna até nossos dias. Mas resta o fato, como diz Platão de que o belo é válido em todo o mundo.

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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