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Os catarinenses precisam ser ouvidos
Cadastrado em: 31/1/2010

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Vira e mexe tem-se notícias envolvendo uma possível privatização da Celesc. A última diz respeito ao convênio de cooperação firmado com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), celebrado no início de janeiro, em Belo Horizonte (MG). O convênio, segundo informações, foi feito a pedido do governador Luiz Henrique da Silveira. O governo, por sua vez, afirma que nunca a empresa será privatizada. 
Esse convênio, segundo o Sindicato dos Eletricitários da região, é mais uma manobra do governo visando privatizar a Celesc. É uma das etapas para entregar, no futuro, a empresa à iniciativa privada. Ou seja, embora o governo negue veementemente qualquer ação nesse sentido, a entidade entende que o processo de privatização da estatal é irreversível e acha que a sociedade catarinense deve ter conhecimento disto.
A força sindical entende que a Celesc é uma empresa pública e, tendo esse caráter, não pode ser negociada sem o aval da sociedade catarinense. Argumenta que, caso seja entregue à iniciativa privada, a empresa sofrerá um sucateamento dos serviços, desemprego e aumento do valor da tarifa de energia elétrica.
De acordo com informações, a Celesc arrecada R$ 5 bilhões por ano e introduz nos cofres públicos, aproximadamente R$ 1 bilhão de ICMS por ano. A cada mês são mais de R$ 80 milhões, o que corresponde a 15% da arrecadação do Estado. Por este se outros motivos, os sindicalistas acham que a empresa não deve ser vendida, pois é patrimônio dos catarinenses.
Por fim, espera-se se há mesmo vontade por parte do governo em vender a estatal, os catarineses precisam ser consultados. São eles que devem decidir o futuro da empresa.

Fonte: Jornal O Palanque

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ANO 13 - Nº 164 - SETEMBRO / OUTUBRO 2014
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